:: BEM VINDO :: Monte Aprazível, 10 de Dezembro de 2016.

Links de Conteúdo
:: Adubação
:: Clones
:: Como Plantar
:: Crédito de Carbono
:: Custo de Implantação
:: Doenças
:: Dúvidas Freqüentes
:: Futuro da Seringueira
:: Fazendas a Venda
:: Mão de Obra
:: Objetivos da Empresa
:: Palestras 2010
:: Reserva Legal
:: Retorno de Investimento
:: Sangria
:: Seringueira
:: Seringueira com Irrigação
:: Simulação Rec/Despesa
:: Últimas Matérias
:: Zoneamento Seringueira


Veja mais previsões

Seja Bem Vindo


Dica de Leitura: Seringueiros contribuem para a geração de emprego e renda

      

Nossas sementes são oriundas de árvores de 50 anos de idade trazidas da Amazônia por Marechal Rondon e passam por um rigoroso teste de qualidade onde somente são semeadas aquelas que possuem as características próprias que vão dar origem a uma muda de qualidade.

 

PORQUE PLANTAR SERINGUEIRA?

15/08/2012

1 - É a única cultura que garante R$ 1.500,00 líquido por alqueire paulista (24.200 mts) por mês.

2 - Tem característica típica de uma floresta tropical protegendo o meio ambiente.

3 - De suas sementes pode se extrair óleos vegetais.

4 - Suas floradas propiciam a apicultura.

5 - O preço da borracha só tende a valorizar por diversos motivos:

a - os plantios não acompanham o crescimento do consumo;

b - os países exportadores de borracha não querem mais exportá-la in natura, preferindo venderem-na industrializada;

c - a borracha sintética é feita do petróleo, que além de ser um produto com reservas restritas, está numa crescente valorização, que afeta diretamente o preço da borracha natural, empurrando-o para cima.

6 - Sua madeira é nobre, pois com ela se faz até móveis.

7 - A seringueira seqüestra carbono da atmosfera.

8 - É uma espécie aceita para recompor áreas de reserva legal em alguns estados.

9 - Fixa famílias no campo, já que a atividade é muito rentável para o trabalhador.

10 - Melhora a qualidade do solo, pois as folhas e galhos que caem se transformam em matéria orgânica.

11 - Previsão de déficit de borracha.

12 - Valorização da terra que, com o plantio, chega a dobrar de preço.

13 - As fábricas de pneus vêm substituindo os pneus convencionais pelos radiais, que consomem o dobro de borracha.

14 - Não há substituto sintético, e nem outras plantas, que possam produzir o látex com a qualidade e o preço que a seringueira produz.

CONCLUSÃO

A conclusão que se chega é que há falta de borracha natural em vários países importadores do produto neste momento, e a tendência é piorar muito se nada for feito em prol dos plantios. Quem acreditou no ramo 6 anos atrás, hoje colhe o ouro branco que corre dos vasos lactíferos da planta, rendendo líquido a incrível soma de R$ 1.500,00 por alqueire paulista. Quem receia falta de mão de obra para a heveicultura está enganado, pois a seringueira é um dos ramos, dentro da agricultura, que melhor remunera o trabalhador.

Não há um sangrador sequer que queira parar de trabalhar com esta cultura e ainda há escolas de profissionalização para estes trabalhadores tornando-os profissionais aptos para trabalhar na cultura. Não há seringueira no Brasil que não esteja sendo explorada por falta de mão de obra e no aspecto econômico há uma previsão de aumento no preço da borracha natural na casa dos U$ 0,50/kg do produto para este ano ainda.

Com tantos pontos positivos, se houver alguma dúvida sobre o ramo, o plantador tem a opção de vender a terra plantada com seringueira e ter um bom ganho, já que há compradores que preferem comprar o plantio já realizado. Se hoje o kg da borracha caísse pela metade, ainda assim seria de longe melhor que a cana de açúcar em termos de lucro líquido. Por todos estes fatores, é que o Grupo Hevea Brasil acredita na cultura e presta serviços em todas as regiões plantadoras, com qualidade em primeiro lugar, para que em 6 anos você, plantador, possa usufruir dos maravilhosos resultados de um plantio bem realizado, bem conduzido e com mudas de qualidade que o Grupo fornece.



EDUARDO DURÃO

 

Seringueiros contribuem para a geração de emprego e renda

03/03/16 - 11:55 

Importante commodity agrícola, a borracha natural é considerada produto estratégico para a economia global. A diversidade de sua aplicação industrial, essencial na manufatura de artefatos usados na indústria pneumática e automotora, aviões e tratores agrícolas, além de utilizada na fabricação de pisos industriais, luvas e materiais cirúrgicos, confere o elevado grau de importância econômica da heveicultura. O setor comemora nesta quinta-feira, (03/03), o Dia do Seringueiro e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), juntamente com as federações da agricultura e pecuária e sindicatos de produtores rurais, parabeniza a todos os profissionais da borracha pela atuação e dedicação no cultivo e exploração da espécie.

O seringueiro é o personagem principal típico da região dos seringais. É aquele que extrai o látex das seringueiras e viabiliza sua transformação em borracha natural. A experiência e a competência profissionais são fundamentais na extração, que começa com a retirada de uma pequena porção da casca da árvore, logo acima da linha de corte. Esse procedimento precisa do encaixe perfeito da faca na planta para uma realização bem sucedida do manejo.

No Brasil, a seringueira é cultivada em doze estados: São Paulo, Bahia, Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás, Espírito Santo, Pará, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Paraná, Amazonas e Acre. São mais de 25 mil famílias que vivem do produto da seringueira em mais de 40 mil hectares de área plantada. O setor, que emprega uma pessoa por quatro hectares, é responsável pela geração de 80 mil postos de trabalho no país. Para a assessora técnica da Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura da CNA, Camila Braga, “isso indica a importância da cultura no aspecto social, ambiental e para segurança e qualidade de vida dos produtores”.

A produção nacional brasileira de borracha natural (látex coagulado), em 2014, foi de 320 mil toneladas (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE). O estado de São Paulo respondeu por 58% da produção nacional, com 185 mil toneladas. Bahia produziu 48 mil toneladas, Mato Grosso, 27 mil e Espírito Santo, 11 mil toneladas.

A seringueira possui safra de 10 meses e, mantidas as técnicas adequadas de manejo, produz látex por mais de 30 anos. O mercado interno possui histórica dependência da borracha importada, que atualmente atende 2/3 do consumo. De acordo com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT-2015), a frota de veículos de cargas aumentou de 1,3 milhão para 2,3 milhões de unidades, entre 2008 e 2014, aumentando a demanda do produto pelas indústrias automotoras e pneumáticas.

A borracha in natura é considerada um produto estratégico para a economia mundial e há diversidade de aplicação na indústria. O segmento voltado à produção de pneus, por exemplo, consome mais de 70% da produção de borracha natural. Presente também na fabricação do lacre de proteção do botijão de gás, pisos industriais e materiais cirúrgicos.

Mais competitividade - A Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura da CNA não tem medido esforços nas iniciativas para aumentar a competitividade da heveicultura nacional. Nesse sentido, dentre as principais ações da Comissão estão a parceira com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), para produção de cartilhas e cursos de capacitação sobre Boas Práticas Agrícolas na Heveicultura e Técnicas de Exploração do Seringal; acompanhamento do mercado da borracha natural para orientação de produtores na negociação de preços; acompanhamento na Câmara de Comércio Exterior sobre a tarifa de importação da borracha natural, além de participar da elaboração de propostas para o Plano Nacional de Desenvolvimento de Florestas Plantadas.

FONTE: AGROLINK

 


 

Curso internacional apresenta tecnologias que aumentam produtividade de seringueira

06/11/15

Conhecimentos e novas tecnologias destinadas ao aumento de produtividade e competitividade da seringueira no Brasil estão sendo apresentados em curso internacional para um grupo de técnicos envolvidos no apoio a produtores da região tropical úmida do México. O curso acontece de 4 a 6 de novembro de 2015, na Embrapa Amazônia Ocidental, em Manaus (AM), e tem continuidade de 9 a 13 de novembro no estado de São Paulo, que é o estado com maior produção de borracha natural no País.

Na abertura do curso, o chefe-geral da Embrapa Amazônia Ocidental, Luiz Marcelo Rossi, citou que a seringueira é uma árvore que historicamente gerou riqueza no Amazonas, em meados do século 19 e 20, com o extrativismo da borracha, porém esse modelo perdeu competitividade perante os plantios de seringueira na Ásia. Por outro lado, as tentativas de desenvolver cultivos de seringueira na região Amazônica foram fracassadas com o ataque da doença "mal das folhas", causada pelo fungo Microcyclus ulei, de ocorrência na região tropical úmida. Atualmente o Brasil não produz o suficiente e precisa importar dois terços de seu consumo de borracha natural. Rossi destacou que o trabalho de pesquisa da Embrapa desenvolveu tecnologias - como a combinação de clones que formam a seringueira tricomposta resistente ao mal das folhas - que tornam possível cultivar seringueira nas áreas tropicais úmidas.

De acordo com o pesquisador Elías Ortiz Cervantes, do Instituto Nacional de Investigaciones Forestales, Agrícolas y Pecuarias (INIFAP), participante do curso, há muito interesse em conhecer as pesquisas realizadas na Embrapa para gerar seringueiras resistentes, pois os cultivos no México também são afetados pela doença, conhecida em seu país como "mal suramericano de las hojas". Segundo Cervantes, os sistemas produtivos de seringueira no México têm mais de 70 anos, porém ainda são muito rudimentares, com produção de 1.3 Tonelada/hectare/ano, quando o potencial é de 2.5 T/ha/ano.

"Poder contribuir com esse curso de cooperação com o México mostra que o trabalho de pesquisa da Embrapa feito com seringueira na Amazônia brasileira é interessante para o mundo, permite que possamos difundir nossas tecnologias e possibilita ainda o intercâmbio de experiências, uma vez que o México tem investido na heveicultura em algumas de suas regiões", comenta o pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental, Everton Cordeiro, que integra a coordenação do curso em Manaus.

Cooperação Técnica Internacional

Esse curso sobre a cultura da seringueira integra uma série de capacitações realizadas pela Embrapa, em vários estados brasileiros, atendendo ao projeto de cooperação técnica internacional "Formação de Técnicos Especializados em Agricultura, Pecuária e Silvicultura Tropical para o Desenvolvimento das Zonas Tropicais do México: Tecnologia de Produção e Certificação de Plantas para Viveiros Tropicais". O projeto tem o objetivo de formar líderes no conhecimento de novas tecnologias que tenham impacto na região tropical úmida do México, para o aumento da produtividade e competitividade de sete culturas: cacau, café, citros, coco, seringueira, palma africana (dendê) e florestas.

No Amazonas, a cultura da seringueira é o segundo tema em que a Embrapa Amazônia Ocidental está colaborando dentro deste projeto de cooperação com o México. O outro tema foi a cultura da palma de óleo, abordado em curso de 20 a 23 de outubro de 2015 para outro grupo de técnicos mexicanos.

O curso sobre a cultura da seringueira, em Manaus, é ministrado por seis pesquisadores da Embrapa Amazônia Ocidental, que abordam os seguintes tópicos: "Histórico e evolução da seringueira na Amazônia", com o pesquisador Everton Cordeiro; "Doenças da seringueira", com o pesquisador Luadir Gasparotto; "Técnicas de micropropagação na seringueira", com pesquisadora Regina Quisen; "Aspectos fisiológicos da seringueira", com pesquisador Ronaldo Morais; Aspectos nutricionais da seringueira", com o pesquisador José Clério Rezende, "Custo de produção da seringueira", com o pesquisador José Olenilson Pinheiro; "Preparo de sementeira, repicagem, transplantio e condução de viveiro e jardim clonal, tratos culturais, enxertia de painel e copa, técnicas de sangria", com o pesquisador Everton Cordeiro.

A programação em São Paulo, de 9 a 13 de novembro, é conduzida com apoio da Associação Paulista de Produtores e Beneficiadores de Borracha (Apabor) e do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), com atividades na Apabor em São José do Rio Preto; no Centro de Seringueira e Sistemas Agroflorestais do IAC em Votuporanga; na Embrapa Instrumentação, em São Carlos, e em outros municípios. O secretário-executivo da Apabor, Heiko Rossmann, e o pesquisador Embrapa/IAC, Paulo Gonçalves, coordenam essa etapa .

Sobre a cooperação Brasil - México

O projeto é viabilizado pelo acordo de cooperação técnica entre a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Agência Brasileira de Cooperação (ABC), o Instituto Nacional de Investigaciones Forestales, Agrícolas y Pecuarias (Inifap-México) e a Agencia Mexicana de Cooperación Internacional para el Desarrollo (AMEXCID) firmado em agosto de 2015. As capacitações vêm acontecendo desde setembro e envolvem cerca de 90 técnicos e pesquisadores mexicanos da área de Ciências Agrárias, distribuídos em cursos em diferentes regiões brasileiras de acordo com os temas de interesse. O financiamento do projeto é do governo mexicano e a contrapartida do Brasil refere-se às horas de trabalho dos instrutores disponibilizados pela Embrapa e instituições parceiras envolvidas na capacitação.

Por ocasião do início das capacitações, o diretor-executivo de Transferência de Tecnologia da Embrapa, Waldyr Stumpf Junior, destacou que "a iniciativa demonstra o reconhecimento da competência da Embrapa como instituição promotora da inovação nos trópicos e oportuniza a troca de experiência entre os técnicos e pesquisadores envolvidos, indicando possibilidades de parcerias futuras".

FONTE: AGROLINK

 


Netafim debate sobre irrigação e fertirrigação na cultura da seringueira

05/11/15

A Netafim, empresa pioneira e líder mundial em soluções de irrigação por gotejamento, participa do IV Encontro Técnico Nacional de Heveicultura, realizado pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária, Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, nos dias 19 e 20 de novembro, na UNIFEB, em Barretos/SP.

O coordenador agronômico, William Damas, ministrará uma palestra no primeiro dia do encontro sobre “Irrigação e fertirrigação por gotejamento na cultura da seringueira”. “Na cultura da seringueira a irrigação por gotejamento é a mais adequada, pois dá um incremento de produtividade em até 40%. Além disso, essa tecnologia pode antecipar o período de sangria em dois anos, dando mais uniformidade no stand de plantas e rápido desenvolvimento”, explica Damas. No Brasil, a irrigação em seringueira é ainda um assunto pouco explorado. “Num país como o nosso que vive um momento de déficit hídrico se torna essencial buscar alternativas que aumentem a produtividade e, principalmente, economize água”, ressalta o coordenador agronômico.

A tecnologia de irrigação por gotejamento conhecida como “gota a gota” ainda permite a técnica da fertirrigação que é a aplicação dos nutrientes na lavoura por meio da água irrigada em que é possível controlar quando a planta será irrigada, quanto de água será utilizado, que zona da lavoura se deseja irrigar, quanto de produto será colocado, tudo feito de forma automatizada, controlada e precisa. “É possível também usar produtos químicos para controle de pragas e doenças, sem risco de contaminação da área e do produtor”, finaliza Damas.

Outros temas estão na programação: clones, irrigação, plantio, sangria, pragas e doenças da cultura da seringueira, custo de produção e mercado de borracha natural. O evento é destinado para produtores rurais, agrônomos, técnicos agrícolas, estudante e outros profissionais do setor. Os interessados podem fazer as inscrições pelo website: www.cda.sp.gov.br ou www.unifeb.edu.br.

FONTE: AGROLINK

 


 

Curso de sangria em seringueira capacita técnicos e produtores em Tocantins

Direcionado a técnicos agropecuários, produtores e estudantes de agrárias, o Governo do Tocantins, por meio da Secretaria do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária (Seagro), realizará nos dias 22 e 23, um curso de sangria de seringueira, no município de Pedro Afonso, a 180 km de Palmas. A capacitação acontecerá na Fazenda Brejinho.

O objetivo do curso é qualificar mão-de-obra regional e melhorar as práticas de manejo da cultura de seringueira, promovendo uma condução correta nas aberturas de painéis de sangria, com carga horária de 16 horas sendo, quatro de aula teórica e 12 em campo.

De acordo com o com o gerente de Agroenergia e Florestas da Seagro, Carlos Manuel C. Carreira, as praticas adequadas visam à produção de uma borracha natural de maior qualidade e sem danificar as árvores em produção, assim proporcionando uma vida útil mais longa aos seringais do Estado. “O curso de sangria garantirá a produção e qualidade do seringal, já que o manejo incorreto pode danificar a árvore”, reforça.

Para Carlos Manuel C. Carreira, o curso além de ser importante para os produtores que têm o plantio, os trabalhadores rurais também podem se capacitar e ter mais uma fonte de renda. “O trabalhador de seringal qualificado pode ter uma renda média mensal de R$ 2.500. O trabalhador dos seringais (sangrador) é um parceiro do produtor, que recebe por produtividade e por isso é tão importante sua capacitação”, ressaltou o gerente.

O público alvo são os técnicos agropecuários, produtores e estudantes de agrárias e serão ofertadas 30 vagas. Com taxa de inscrição gratuita, os interessados devem entrar em contato pelos telefones: (63) 3218-2185/ 99936907 ou pelo e-mail: agroenergia@seagro.to.gov.br.

Serviço:

Data: 22 e 23 de outubro

Local: Fazenda Brejinho - Pedro Afonso/TO

Objetivo: formar sangradores em seringueira

Publico alvo: Técnicos agropecuários, produtores e estudantes de agrárias Instrutor: Lindomar Resende – engenheiro Agrônomo – Hevea Suporte.

Vagas: 30 pessoas

Taxa de inscrição: Gratuito

Contato para inscrição: pelos telefones: (63) 3218-2185/ 99936907 ou pelo e-mail: agroenergia@seagro.to.gov.br

 

heveabrasil.com - Copyright (c) 2005 - Todos os direitos reservados.
Desenvolvimento e Hospedagem: © 2000 produtoraferreira.com.br